08/07/2011

Tamanho do pênis está ligado ao dos dedos, diz nova pesquisa.

A partir de agora, o dedo anular masculino servirá como mais do que um possível indicador de estado civil. Cientistas descobriram que, pela comparação entre ele e o indicador, é possível prever o tamanho do pênis ereto.
O cálculo não é feito pelo tamanho absoluto dos dedos, mas sim pela razão entre eles. A conta é feita dividindo o comprimento do dedo indicador pelo do anular. Quanto menor for resultado, maior deve ser o pênis. Ou seja: homens com o dedo indicador menor do que o anular tendem a ter o pênis ereto mais longo.
Editoria de Arte/Folhapress
De acordo com os pesquisadores, liderados por In Ho Choi, da Universidade Gachon (Coreia do Sul), o resultado tem a ver com o nível de exposição que os homens tiveram à testosterona quando ainda estavam no útero.
Essa relação entre o tamanho dos dedos e a exposição ao principal hormônio masculino já era conhecida. Além de fornecer pistas sobre o tamanho do órgão sexual, conhecer o nível de exposição à testosterona pode ajudar no diagnóstico de doenças ligadas ao hormônio, como câncer de próstata.
A pesquisa, publicada no "Asian Journal of Andrology", analisou o tamanho do órgão sexual de 144 homens com mais de 20 anos e com doenças urológicas.
Embora os cientistas digam que nenhuma dessas doenças interfira no tamanho dos pênis, eles admitem que o universo da pesquisa é restrito e pode estar enviesado.
Antes de terem seus órgãos sexuais medidos, todos os pacientes foram anestesiados. Para que não houvesse interferência da temperatura, a medição foi feita logo após eles terem sido despidos.

02/07/2011

O PARADOXO DO NOSSO TEMPO - GEORGE CARLIM


Nós bebemos demais, fumamos demais, gastamos sem critérios, dirigimos rápido demais, ficamos acordados até muito mais tarde, acordamos muito cansados, lemos muito pouco, assistimos TV demais e rezamos raramente.

Multiplicamos nossos bens, mas reduzimos nossos valores. Nós falamos demais, amamos raramente, odiamos freqüentemente. Aprendemos a sobreviver, mas não a viver; adicionamos anos à nossa vida e não vida aos nossos anos.

Fomos e voltamos à Lua, mas temos dificuldade em cruzar a rua e encontrar um novo vizinho. Conquistamos o espaço, mas não o nosso próprio.

Fizemos muitas coisas maiores, mas pouquíssimas melhores.

Limpamos o ar, mas poluímos a alma; dominamos o átomo, mas não nosso preconceito; escrevemos mais, mas aprendemos menos; planejamos mais, mas realizamos menos.

Aprendemos a nos apressar e não, a esperar.

Construímos mais computadores para armazenar mais informação, produzir mais cópias do que nunca, mas nos comunicamos menos.

Estamos na era do 'fast-food' e da digestão lenta; do homem grande de caráter pequeno; lucros acentuados e relações vazias.

Essa é a era de dois empregos, vários divórcios, casas chiques e lares despedaçados.

Essa é a era das viagens rápidas, fraldas e moral descartáveis, das rapidinhas, dos cérebros ocos e das pílulas "mágicas".

Um momento de muita coisa na vitrine e muito pouco na dispensa.

Uma era que leva essa carta a você, e uma era que te permite dividir essa reflexão ou simplesmente clicar 'delete'.



Lembre-se de passar tempo com as pessoas que ama, pois elas não estarão por aqui para sempre. Por isso, valorize o que você tem e as pessoas que estão ao seu lado.
George Carlin

30/06/2011

O PAI DO POSITIVISMO - AUGUSTO COMTE


O nome do pensador francês Auguste Comte (1798-1857) está indissociavelmente ligado ao positivismo, corrente filosófica que ele fundou com o objetivo de reorganizar o conhecimento humano e que teve grande influência no Brasil. Comte também é considerado o grande sistematizador da sociologia.

O filósofo viveu num período da história francesa em que se alternavam regimes despóticos e revoluções. A turbulência levou não só a um descontentamento geral com a política como a uma crise dos valores tradicionais. Comte procurou dar uma resposta a esse estado de ânimo pela combinação de elementos da obra de pensadores anteriores a ele e também de alguns contemporâneos, resultando num corpo teórico a que chamou de positivismo.






  1. POSITIVISMO
  2. O QUE É
    • O positivismo é uma linha teórica da sociologia, criada pelo francês Auguste Comte (1798-1857), que começou a atribuir fatores humanos nas explicações dos diversos assuntos. Segundo Henry Myers (1966), o "Positivismo é a visão de que o inquérito científico sério não deveria procurar causas últimas que derivem de alguma fonte externa, mas sim, confinar-se ao estudo de relações existentes entre fatos que são diretamente acessíveis pela observação".
    • Em outras palavras, os positivistas abandonaram a busca pela explicação de fenômenos externos, como a criação do homem, por exemplo, para buscar explicar coisas mais práticas e presentes na vida do homem, como no caso das leis, das relações sociais e da ética.
  3. INFLUÊNCIA SOBRE O BRASIL
    • O positivismo teve fortes influências no Brasil, tendo como sua representação máxima, o emprego da frase positivista “Ordem e Progresso”, extraída da fórmula máxima do Positivismo: "O amor por princípio, a ordem por base, o progresso por fim", em plena bandeira brasileira. A frase tenta passar a imagem de que cada coisa em seu devido lugar conduziria para a perfeita orientação ética da vida social.
  4. PRINCIPAIS IDEIAS
    • A idéia-chave do Positivismo de Comt é a Lei dos Três Estados, de acordo com a qual o homem passou e passa por três estágios em suas concepções, isto é, na forma de conceber as suas idéias:
    • Teológico: o ser humano explica a realidade apelando para entidades supranaturais, buscando responder a questões como “de onde viemos” e “para onde vamos”.
    • Metafísico: é uma espécie de meio-termo entre a teologia e a positividade. No lugar dos deuses há entidades para explicar a realidade: "o éter", "o povo" etc. Procura responder a questões como "de onde viemos" e "para onde vamos" e procurando o absoluto; Positivo: etapa final e definitiva, não se busca mais o "porquê" das coisas, mas sim o "como", com as leis naturais, ou seja, relações constantes de sucessão ou de coexistência. A imaginação subordina-se à observação e busca-se apenas o relativo.
  5. Critica
    • O Positivismo é uma ciência muito boa pois tenta explicar as coisas com mais praticidade e clareza.

29/06/2011

Tartarugas provocam atrasos no aeroporto de Nova Iorque


A ‘invasão’ de tartarugas é um fenómeno que ocorre com frequência, sobretudo entre finais de junho e princípios de Julho, coincidindo com o período em que estes anfíbios abandonam as águas da baia da Jamaica, em Long Island, para procurar um lugar para desovar.   
Desta vez, mais de uma centena de tartarugas obrigou ao encerramento da pista de aterragem 4L, informou a Administração Federal de Aviação (FAA). 
"Registámos alguns atrasos durante o período da manhã, mas nada significativo", assegurou um porta-voz da FAA.   
A Autoridade Portuária, empresa que gere o aeroporto norte-americano, explicou que a zona arenosa que fica junto à pista 4L "é um dos locais ideais para desovar".   

LENTIDÃO DOS DEPUTADOS DEIXA CIBERCRIMES SEM LEI ESPECIFICA.

Os ataques hackers que ocorrem desde a quarta-feira (22) ressuscitaram discussões sobre projetos de lei que criminalizam práticas como os ataques que sobrecarregam sites (negação de serviço), a invasão, pichação de sites ou roubo de dados.
O Brasil não tem uma lei específica sobre o tema. O primeiro projeto relacionado a cibercrimes proposto no Brasil data de 1991 e foi apresentado no Senado. Esse projeto parou na Câmara dos Deputados, onde foi abandonado.
O projeto mais discutido, o PL 84/99, tramita desde 1999 e ainda enfrenta polêmicas e resistência. O deputado Eduardo Azeredo (PSDB-MG) planeja colocá-lo de volta à pauta da Câmara nesta quarta-feira (29), depois de dois anos de quase esquecimento.

O texto do relator Azeredo estabelece 10 tipos penais relacionados a crimes cometidos com o uso da internet. São eles: “Acesso não autorizado a sistema informatizado; obtenção, transferência ou fornecimento não autorizado de dado ou informação; divulgação ou utilização indevida de informações e dados pessoais; dano (a dado eletrônico alheio); inserção ou difusão de código malicioso; estelionato eletrônico; atentado contra a segurança de serviço de utilidade pública; interrupção ou perturbação de serviço telegráfico,telefônico, informático, telemático ou sistema informatizado; falsificação de dado eletrônico ou documento público; e falsificação de dado eletrônico ou documento particular.”
Direitos são debatidos no Marco Civil
Além da discussão sobre a criminalização de práticas irregulares no uso do internet atualmente em debate no Congresso, o governo também procura chegar à redação final de um anteprojeto de lei civil para a internet, que busca definir responsabilidades e direitos básicos dos cidadãos na web.
Batizado de "Marco Civil da Internet" o projeto é uma proposta do Ministério da Justiça que foi aberta para consulta pública e recebeu, em 2010, mais de duas mil contribuições populares para o texto final. A proposta do Marco Civil congelou temporariamente a discussão do PL 84/99, pois parlamentares de diferentes partidos concordaram que ele seria complementar à lei criminal. O texto do Marco ainda será avaliado pelos deputados.
Confira abaixo uma linha do tempo com as principais pontos e polêmicas da trajetória da discussão sobre crimes virtuais no Congresso Nacional.
Linha do tempo da tramitação dos projetos de lei1991 – Maurício Correa (PDT/DF) apresenta no Senado Federal o que é considerado o primeiro projeto de cibercrimes. Ele foi aprovado em 1993 e foi enviada para aprovação da Câmara dos Deputados, onde foi abandonado.

1996 – O deputado Cássio Cunha Lima (PMDB-PB) apresenta projeto de lei que busca penalizar a invasão de sistemas.
1999 – Luiz Piauhylino (PSDB-PE) se inspira no projeto de 1996 e apresenta o PL 84/99, embrião do que está em discussão atualmente. O projeto foi aprovado na Câmara em 2003.
2003-2008 – O projeto é discutido no Senado como PLS 89/2003, com Eduardo Azeredo (PSDB-MG) como relator – o que originou seu apelido de “PL Azeredo” e a polêmica, com a circulação de várias versões do projeto. A redação de Azeredo, porém, foi complementada por Aloízio Mercadante (PT-SP). Entre algumas propostas que foram incluídas e retiradas do projeto está a que previa o cadastro de todos os usuários pelos provedores de internet e o conceito de Defesa Digital, que buscava proteger especialistas de segurança, mas que não foi entendido dessa forma pelos críticos.
É o período em que o projeto enfrenta maior resistência, com o surgimento de campanhas como o “Mega Não!”, uma petição on-line com mais de 100 mil assinaturas e tentativas de equiparar o projeto ao Ato Institucional 5, a medida da ditadura que deu total controle do país aos militares. O projeto, segundo os críticos, seria um “AI-5 Digital”. Outras críticas mais brandas pediam que, pelo menos, uma lei civil fosse votada antes de uma lei penal, dando origem ao Marco Civil da Internet.
2008 – Aprovado pelo Senado, o projeto volta para a Câmara dos Deputados, que nesta fase da tramitação deve apenas fazer revisões mínimas ao projeto. O deputado Julio Semeghini (PSDB-SP) apresenta pedido de urgência na tramitação antes mesmo do projeto chegar na Câmara. São realizadas audiências públicas para discutir novamente o projeto. As audiências contaram com apresentações do Comitê Gestor da Internet (CGI.br), Polícia Federal, dos provedores da internet. As audiências tiveram também manifestações contrárias ao projeto.
2009-2010 – Após o então presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmar que o projeto “é censura” e muitas manifestações contrárias, o projeto não voltou a ser colocado na pauta da Câmara. Deputados concordaram que o Marco Civil deveria tramitar na Câmara junto com o projeto de cibercrime e que eles eram complementares. Iniciou-se um período de espera.
2011 – Depois de ataques hackers aos sites do governo e do Senado, o agora deputado Eduardo Azeredo (PSDB-MG) coloca o projeto novamente para votação, prevista para esta quarta-feira (29). No entanto, o projeto chegou mais uma vez reduzido. Foi removida a disposição que obrigava provedores a repassarem denúncias, e o projeto ficou menos abrangente com a remoção de termos como “redes de computadores” e “dispositivos de comunicação”, ficando apenas crimes envolvendo “sistemas informatizados”. O projeto precisa passar por quatro comissões antes de ir à plenário (votação final). Depois, ainda precisa ser sancionado pela presidente, que pode vetá-lo de forma integral ou parcial.

TURISMO EM PRIMEIRA CRUZ - A VERBA SUMIU!!!!!!


A grande imprensa nacional escolheu o ministro do Turismo, Pedro Novais, como a bola da vez. Primeiro tentou relacionar os gastos, pouco mais de R$ 2 mil, do então deputado com as verbas indenizatórias com farras sexuais no motel Caribe, no Turu, em São Luís. Ficou comprovado que se tratou de um equivoco ou farra mesmo de seus assessores, sem a presença do hoje ministro.
Mas o Congresso em Foco, site com sede em Brasília, trouxe hoje que antes de Novais assumir o cargo, o Ministério de Turismo empenhou R$ 23 milhões para o setor no Maranhão. Até aí nada de anormal para um estado pobre e rico em turismo ecológico.
Porém, o site publicou a relação dos municípios contemplados com as verbas, que são nada ecológicos e muitos menos com vocações turísticas. Uma lástima.
Enquanto São Luís vai recebe uma mincharia, Carolina com suas cachoeiras belas, não receberá nada. Aí resta comprovar que boa parte dos recursos vai mesmo para os feudos eleitorais do ministro. Leia abaixo a relação das cidades e os recursos:
O site coloca ainda que a governadora Roseana Sarney foi a mais votada na maioria das cidades que será beneficiada com as verbas.
Mas é outra questão; até porque em tais municípios ela sempre foi bem votada. Sem que a injeção futura dos recursos tenha influenciado no resultado eleitoral. Talvez os convênios estaduais, sim.
Primeira Cruz
Prefeito
: Sérgio Ricardo de Albuquerque Bogea (PMDB)
Votação de Novais em outubro de 2010: 25,8% dos votos válidos
Valor empenhado: R$ 146.250

CARTA DO PREFEITO DE PRIMEIRA CRUZ AO DEPUTADO NAGIB HAICKEL.


Primeira Cruz, 3 de setembro de 2009.

Caro Deputado Joaquim Haickel, (PMDB- MA) 
Dirijo-me ao prezado amigo e correligionário com o propósito de manifestar não só desapontamento, mas uma grande indignação com a maneira de fazer política de alguns dos integrantes do primeiro escalão, gente do grupo de apoio ao atual Governo. Nosso Governo.

Tem-se a nítida impressão (eu, pelo menos, a tenho) de que esses senhores perderam a noção do que seja fazer política de governo, política de grupo, e passaram a praticar política puramente pessoal, de interesse meramente individual.  
O mais grave é que eles, para salvaguardar interesses pessoais, colocam em risco e em xeque os interesses políticos e eleitorais de seus correligionários, especialmente os prefeitos que trabalham com a visão da coesão e da aglutinação, prestigiando os seus partidários e até se expondo a certos desconfortos morais e perdas políticas em nome da lealdade devida aos correligionários e ao comando das lideranças maiores.
Para garantir futuras (e duvidosas) vantagens eleitorais, esses políticos cooptam adversários locais dos prefeitos, históricos adversários do grupo ao qual fazemos parte, criando uma situação altamente vexatória e constrangedora não só para estes, mas para outras lideranças aliadas, que passam a ser vítimas e a sofrer os efeitos daquilo que se convencionou chamar de “fogo amigo”.
Ora, o normal seria que os nossos adversários locais fossem procurados e cooptados por nossos adversários tradicionais, para assim travarmos o embate político e eleitoral defendendo com convicção e firmeza as nossas idéias, as nossas posições. Com gente do nosso grupo trabalhando com o apoio dos nossos adversários, que nos atacam e nos ofendem, ficamos em situação realmente desfavorável e sem segurança para defender com legitimidade os nossos ideais políticos e nossas propostas administrativas
Por isso, penso que aqueles que quiserem tirar tal tipo de proveito, deixando em situação difícil um companheiro de legenda ou de facção, devem desligar-se do cargo Executivo que estiverem exercendo no Governo e seguir fazendo sua política individualista, mas sem o apoio e sem os benefícios de que estejam usufruindo para manter-se em evidencia político-eleitoral.
Os prefeitos, ex-prefeitos, deputados, ex deputados e lideranças que praticam uma política de grupo, trabalhando sempre com o objetivo da unidade, estão deveras desapontados, indignados e inconformados com esses tais “aliados” que nada acrescentam aos legítimos interesses dos Governos Municipais e do Governo Estadual e só criam embaraços de toda ordem, notadamente de natureza política, eleitoral e moral para os que querem agir com lealdade ao seu grupo e aos líderes maiores.
Um homem público investido em cargo executivo não deve se preocupar somente com sua própria eleição ou reeleição. Sua presença na equipe do Governo deve ser um instrumento não de fortalecimento pessoal, mas de fortalecimento do grupo político que ele integra, de fortalecimento do próprio Governo e do Estado. Um cargo de secretário de Estado tem dignidade, tem nobreza, representatividade, além da grande responsabilidade institucional. Assim seu exercício tem de ser focado exclusivamente no bem coletivo, nos interesses sociais e econômicos da população e do Estado. Usar-se um cargo dessa importância em proveito político pessoal é uma postura aética e inteiramente condenável.
Faço está espécie de desabafo a você, que é meu amigo e deputado, representante político do nosso município, porque conheço seus métodos corretos de fazer política e por saber que também não concorda, como já demonstrou por meio da imprensa, contra as investidas desagregadoras e divisionistas de políticos de pouco escrúpulo que querem TUDO PARA SI e não estão “nem ai” para os legítimos interesses e objetivos do grupo de que fazem parte e nem um pouco preocupados com o futuro do Governo e do Estado do Maranhão.
Cordialmente,

Sérgio Ricardo de Albuquerque BogéaPrefeito de Primeira Cruz
(PMDB)